LAMENTÁVEL, MAS PARACE SER O FIM


E ai galera rubro negra e mais bem vestida do futebol mundial.

É, parece que o caso BRUNO vem tomando rumo para um desfecho lamentável e até surpreendente para todos, mas principalmente para o FLAMENGO.

Como já escrevi em outro post, agora não é o caso se você gosta ou não do cara, se o ciclo dele no megão já acabou, se ele era isso ou aquilo, se ele merece ou não, minha ideia não é julgar e sim mostrar o quanto todos vão perder com essa história que até parece filme de terror.

Eu fico pensando o que leva uma pessoa bem resolvida profissionalmente e financeiramente a fazer uma coisa dessas por causa de cinco ou dez mil reais, o cara ganha pra mais cem mil..... Literalmente Bruno jogou a vida dele no lixo, uma carreira que tinha tudo pra ser brilhante agora tem tudo pra terminar como um dos casos mais inesplicaveis da história envolvendo um atleta.

O Flamengo perde muito mais que um bom goleiro, perde todo o investimento que fez, afinal Bruno não ficaria muito mais tempo no Brasil, sem contar que onde vamos achar outro goleiro do mesmo nível (nada contra o Marcelo Lomba), e ainda tem a imagem do clube que se arranha por tabela, esse caso já é fato internacional.

Eu não sei você, mas eu ainda não consigo acreditar nessa história, ou melhor, não quero acreditar, realmente é lamentável isso tudo, espero que o Flamengo saiba agir com o cuidado que a situação exige e apesar da minha perplexidade eu espero que a justiça seja feita.

Em tempo:
(14:52) O departamento jurídico do Flamengo, após debater o problema com vários juristas e desembargadores decidiu suspender o contrato de Bruno até o fim das investigações.

1 comentários:

  CorVo

9 de julho de 2010 14:32

É lastimável esse caso, uma coisa muito estranha em saber que um cara que defendia o seu time hoje faz parte do time dos detentos. Vi hoje uma entrevista do Leo Moura, e fiquei pensando: Para os jogadores que conviviam com ele, deve ser complicado também. Parece frescura, mas é essencial em uma equipe de futebol o trabalho de um psicólogo. Se desde o inicio de carreira, Bruno tivesse um acompanhamento psiquiatrico, as coisas talvez não chegariam a esse ponto.